quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Au revoir, mon amour
sábado, 13 de fevereiro de 2010
Change
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Tu vens?
Não sei como isso acontece, mas tenho a sensação de que borboletas invadiram meu estômago e não param quietas, batendo suas asas. Expressão malhada, né?! Mas não há outra melhor pra definir essa sensação, esse friozinho que atravessa a barriga.
Quem me dera ter o poder de enganar meu sistema nervoso, de fazê-lo acreditar que nada está acontecendo, que eu não gosto nem um pouco de você e que eu não estou nem um pouco me importando com o fato de te ver no dia seguinte.
Te ver! Poxa! Só te ver e passar uns dias com você. Só isso! O que não é nenhuma novidade pra gente. Já passamos tantos finais de semanas juntos. O que seria mais esse? Por que essas tais “borboletas” resolveram fazer a festa dentro de mim? Por que isso agora?
É. Acho que eu que devo me fazer uma pergunta: Eu preciso mesmo de uma resposta? Será que eu mesma já não sei?
É. Mas se idiotizar assim faz parte do processo, né?! Ficar boba e catando respostas sem sentido à perguntas mais sem sentido ainda. Tudo isso faz parte. E as borboletas são sinais. Isso mesmo. Sinais de que você está vindo e que eu estou feliz só por saber disso. Mas por que ficar feliz por isso? Ah, mais uma pergunta-sem-noção-cuja-resposta-tá-escrita-na-minha-testa!
Eu estou feliz porque tenho seus abraços, seus olhares, seu carinho, sua atenção. Porque sou sua menina e você é o meu rapaz. Porque nos permitimos, mesmo mantendo nossas liberdades. Porque não precisamos de rótulos e só usamos pronomes possessivos entre nós. Porque há encaixe, nossas personalidades se sobrepõem uma à outra. Porque a química e a física funcionam perfeitamente bem e por isso a gente se entende. Posso listar aqui centenas de outros motivos, mas não preciso.
E eu posso estar com você numa redinha num final de tarde chuvoso e entediante, sentada à beira-mar apreciando o encontro do céu com o mar, admirando a lua cheia ou entre quatro paredes sem nenhuma distração, que o sentimento é o mesmo, a música de fundo imaginária é a mesma, a vontade de te abraçar e não largar mais é a mesma.
Enfim, isso tudo parece bem idiota. Gastar minutos escrevendo essas pieguices todas... Ficar ouvindo Alceu Valença, Geraldo Azevedo, e MPB enquanto olho fotos de momentos nossos...
Piegas. Muito piegas. Mas isso também faz parte do processo, né?! Todo mundo passa por isso, né?! Então que minha idiotice seja perdoda. E que as borboletas batam suas asinhas sem pressa, sem euforia exacerbada, porque eu me permito sentir isso. Eu me permito a você. Sem cobranças, afinal reciprocidade bem-vinda aqui é aquela de livre e espontânea vontade. Você vem? Você quer? Você sente? Você se permite também? Então fecha os olhos e segura minha mão, que o que vier é lucro, já que só por ter você por perto me basta.
E como diz Alceu em Anunciação: “Tu vens, tu vens. Eu já escuto os teus sinais.”.
Rafaela Bezerra
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Não me solta, tá?!
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Cansei. Mas...
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
No fim há recomeço!
domingo, 6 de dezembro de 2009
Sobre a saudade
